Publicado: 15 abril, 2009 | Por: Fabio Flatschart | Em: artes, criatividade, multimídia, música | Tags: cinema, dennis brain, james dean, Mozart, música, rebeldia, talento | Nenhum comentrio »
James era ator.
Dennis, músico.
James era americano.
Dennis, inglês.
James morreu em um acidente de automóvel em 1955.
Dennis morreu em um acidente de automóvel em 1957.
- James dirigia um Porsche 550 Spyder:


James é considerado por muitos um ícone cultural, símbolo da rebeldia e das angústias da juventude da década de 1950.
Muitos consideram as gravações dos concertos para trompa de Mozart de Dennis, nos anos 50, como definitivas.
James Byron Dean ( 8 de fevereiro, 1931 - 30 de setembro, 1955 )
Dennis Brain ( 17 de maio, 1921 – 01 de setembro, 1957 )
Publicado: 15 abril, 2009 | Por: Fabio Flatschart | Em: artes, criatividade, multimídia, música | Tags: bach, linguagem, música | Nenhum comentrio »
A música é mais abstrata das manifestações artísticas do homem, pois a combinação dos sons ( os elementos audíveis do código musical ) dentro de regras matemáticas ou culturais ( a sintaxe das estruturas musicais ) necessariamente não forma nenhum significado além ondas sonoras captadas pelos nossos sentidos que podem ser codificadas em gráficos ( partituras ) ou capturadas em processos analógicos ( vinil / K7, etc… ) e digitais ( CD / MP3, etc… ).
Quando conseguimos filtrar nossos gostos, preconceitos e os demais elementos culturais e socias que nos permitem identificar e amar/odear esta ou aquela música e nos detemos na essência da matéria prima sonora ( volume, altura, intensidade e timbre ) e de que maneira ela é lapidada pela técnica e pela interpretação, a experiência auditiva atinge um outro grau de apreciação e prazer estético.
Ouvi certa vez em um aula do maestro George Olivier Toni que foi durante muitos anos diretor do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, que o 3 grandes B’s da música ocidentam eram : Bach, Beethoven e Brahms. Pode ser…
Mas o grupo “The VocaPeople”, em uma deliciosa heresia, coloca Bach ao lado dos Beach Boys e da Britney Spears. Fantástico !
Confiram a sequência :
1. Johann Sebastian Bach – Toccata and Fugue in D minor
2. Hallelujah
3. The Entertainer
4. Chordettes – Mr. Sandman
5. Glen Miller – In The Mood
6. Elvis Presley – Tutti Frutti
7. Beach Boys – I Get Around
8. Doobie Brothers – Long Train Runnin’
9. Madonna – Holiday
10. Michael Jackson – Billie Jean
11. Eurythmics – Sweet Dreams
12. Mori Kante – Yeke Yeke
13. Nirvana – Smells like teen spirit
14. Spice Girls – If you wanna be my lover
15. Los Del Rio – La Macarena
16. Rednex – Cotton Eyed Joe
17. Britney Spears – Hit Me Baby One More Time
18. Baha Men – Who Let the Dogs Out?
19. C+C Music Factory – Gonna Make You Sweet (Everybody Dance Now)
20. Will Smith – Switch
21. Madagascar 5 vs. KK Project – I Like To Move It
Abra seus ouvidos e liberte sua mente
Publicado: 6 março, 2009 | Por: Fabio Flatschart | Em: criatividade, marketing, multimídia, música | Tags: criatividade, metáforas, música, publicidade | 2 comentrios »
Nada como exemplos práticos, vivências e metáforas para a melhorar a assimilação dos conceitos…quem exerce funções de docência, treinamento ou capacitação sabe bem do que eu estou falando.
Aproveite este comercial da empresa alemã Loewe criado pela agência Scholz & Friends para entender melhor o funcionamento de um equalizador alterando o volume, a altura e o balanço do som.
Créditos:
- Agência: Scholz & Friends ( Berlim – Alemanha )
- Diretor: Alex Feil
- Produção: Element E
Publicado: 29 janeiro, 2009 | Por: Fabio Flatschart | Em: criatividade, marketing, multimídia, música | Tags: coca cola, marketing, música, pedro e o lobo | Nenhum comentrio »
Insetos, os mais variados, se juntam para roubar o refrigerante de um homem que está dormindo sobre uma toalha de piquenique. É o filme, criado pela Wieden + Kennedy Portland, que a Coca Cola vai mostrar no comercial do Super Bowl semana que vem nos EUA.
A música deste filme publicitário é uma adaptação livre do tema de abertura de Pedro e o Lobo de Prokofiev, peça musical composta para apresentar os instrumentos da orquestra sinfônica às crianças.
A música original possui um narrador que enquanto apresenta os instrumentos da orquestra conta as aventuras de Pedro e de seus amigos para capturar o Lobo. Nas versões mais recentes ( politicamente corretas ? ) Pedro não mata o lobo, mas o leva para o zoológico.
Veja também um trecho da versão de Walt Disney para Pedro e o Lobo.
Referência é tudo !
Publicado: 28 janeiro, 2009 | Por: Fabio Flatschart | Em: música | Tags: arte, comportamento, música | Nenhum comentrio »
De maneira desapercebida para a maioria da pessoas, a música perde a cada dia seu valor como arte e linguagem. Não estou me referindo aqui à música de alto padrão, complexa ou erudita, mas de maneira geral a qualquer forma de manifestação musical.
Esta nova maneira pela qual nos relacionamos com a música é fruto do narsismo pessoal ou da simples acomodação da sociedade, impotente diante do poder da indústria cultural que minimaliza todo repertório musical de maneira a criar produtos mais baratos e principalmente altamente descartáveis para que a alimentação da máquina comercial musical seja cada vez mais rápida.
Que critérios usamos para julgar a qualidade, o valor ou a adequação de um produto musical ? Acho que estes questionamentos aplicam-se também às outras formas de arte (pintura, fotografia, cinema etc..)
A discussão é antiga, desde o mictório de Marcel Duchamp passando pela sopa Campbell de Andy Warhol somos forçados a rever os nossos padões estéticos e culturais.
Fazendo o caminho inverso ao dos dois grandes mestres acima temos ( ver vídeo abaixo ) um dos maiores violinistas do mundo, Joshua Bell tocando seu Stradivarius avaliado em milhões de dólares na porta de uma estação de metrô em Washington (EUA).
Após tocar por quase 45 minutos obras consagradas do seu repertório “faturou” US$ 32…..bem pouco para um artista que se apresenta nas maiores salas de concerto do mundo.
Todos já ouvimos aquela estória da calça que é vendida no shopping (com etiqueta de uma grife famosa) por um valor 10 vezes maior que o mesmo produto na loja da periferia e sem etiqueta.
Veja matéria completa no site do Washigton Post