A interface é onde ocorre a relação entre o usuário e o conteúdo, entre o real e o virtual, é o ponto de contato entre o homem e a máquina.
Através do mouse, do teclado e de outros dispositivos de entrada de informações o usuário pode estabelecer uma relação simples e direta de interatividade sobre um aplicativo ou interface
A nossa relação com as interfaces digitais evolui a cada dia, quando novas formas de interação complementam ou substituem as tradicionais apontando para um integração de soluções que envolvem, além do teclado e do mouse, telas sensíveis ao toque, comandadas por voz ou por sensores de movimento.
Conversamos com os sistemas e com as máquinas através de interfaces gráficas. Elas estão em todos os lugares, desde um forno de microondas , de uma lava roupas até um painel de automóvel ou um console de jogos de última geração.
Jon Landau, produtor de “Avatar”, mostra no vídeo abaixo a utilização dos softwares Adobe em todas as etapas de produção do filme dirigido por James Cameron que teve 9 indicações para o Oscar.
Mega-lançamento do filme Avatar terá nesta quinta-feira (10/12) um trailer que será apresentado em tela inteira na home do Youtube em quinze países: Inglaterra, Irlanda, Alemanha, França, Espanha, Itália, Holanda, Rússia, Suécia, México, Austrália, Japão, Coréia do Sul, Hong Kong e Brasil. ( Veja matéria completa no mmonline )
Em uma parceria da FOX com a rede McDonald’s também está no ar um portal de jogos, galerias de fotos, trailers, downloads e experiências de realidade aumentada : http://mcdonalds.com.br/avatar
O conceito de direção de arte ganhou grande importância nos EUA a partir dos anos 40, fruto da necessidade da publicidade e do cinema de representar o “american way of life “. Cada detalhe era exagerado em sua carga simbólica na busca de exteriorizar a imagem da perfeição e da supremacia pretendidas pelos americanos.
Um bom exemplo deste princípio estético e político que permeava o processo de criação e produção é esta cena do filme The Milkman ( “O leiteiro” ) de 1950 protagonizada por Donald O’Connor que interpreta canção The Early Morning Song ( “A Canção do Amanhecer” ).
Todos elementos da linguagem audiovisual são propositadamente “arrumadinhos” para garantir a plena compreensão da obviedade da cena que é conduzida com extremo zelo de cenografia, enquadramento, “mickeymousing” ( técnica de representar cada movimento ou intençao da cena com elementos rítmicos e melódicos explicitos) e com uma coreografia algumas vezes em forma de pantomima, outras vezes em movimentos extraídos da arte circense.
Como pano de fundo casas, ruas, cozinhas, cercas, jardins, figurinos….na mais perfeita exaltação da “beleza americana” que mais tarde seria retratada de maneira decadente no filme de mesmo nome do diretor Sam Mendes.